domingo, 2 de agosto de 2009


Topor

Eu fui assassinado!
Por alguém torpor.
Que não faz poesia,
E se prende a pensamentos
Fui roubado no ímpeto das horas
E levaram o melhor pedaço
Alforriando meu pecado.
Tirando minha pele
Por alguém sem certezas
Que esconde a destreza atrás dos acasos
Furtado por quem não permite se perder.
Fui morto por alguem que escolhi
E dediquei os meus versosos
melhores
A quem não sei o sabor, o aroma, a cor.
Carregou-me com frases impensadas
E atitudes ilógicas
Pelas palavras q enfatizavam o clichê
Minha vida desaguou
Mas pra fé mirei
Sustentado pelas vias de fim
Refém da maiêutica
E a milímetros do ensejo
Vejo...
q morri antes de chegar.
Esse alguém precisa de um nó.
Foi levado pelo fio do silencio

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