segunda-feira, 11 de abril de 2011

Sobre os e-mails!




Há algumas semanas um grande amigo reapareceu por e-mails, e temos nos correspondido freqüentemente desde então.

Alias tenho aprendido muito, reaprendido mais, e tendo mais certeza sobre as minhas convicções, temos muito em comum, exceto o fato que ele sempre consegue me enxergar melhor, alias meus amigos tem essa facilidade.

Em um dos e-mails eu o questionei:

“Saudade de olhares profundos, sorriso reveladores, abraços longos. Onde foi parar o que havia de melhor nas pessoas?”

E ele me respondeu:

“Ainda estão no mesmo lugar, será que você não tem idealizado demais?”

Eu demorei para responder isso, pensei e repensei, algumas vezes. Então:

- Não! Não tenho idealizado demais!

As pessoas simplesmente banalizarão o sentimento, dizem  “Eu te amo”, a torto e a direita, não se entregam, não se conhecem, não se permitem conhecer. E vou longe... digo que hoje existem muitos fake’s reais.

O que importa para você? O que vai fazer você manter aquela pessoa na sua vida? A aparência dela? O que ela pensa? O que ela é? O que ela possui? Ou o que ela sente?

“STATUS”, isso tem feito as pessoas permanecerem muitas vezes.

“ - Ele é um BOM PARTIDO.
- Você gosta dele?
- Não! Mas a gente convive bem!”

 Acho isso hipocrisia!

Eu quero mais que isso! Quero AMOR daqueles que tem olhares profundos, sorrisos espontâneos, frio na barriga, mãos geladas, abraços longos.  O que importa é o quanto a pessoa vai se doar, vai compartilhar da vida! Não do dinheiro!

É pedir muito?

Por que se for, eu vou achar a exceção!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Luto



     Por todas aquelas crianças (RJ) e por todas essas famílias!
     Que Deus conforte seus coração!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Plano A e Plano B

Já pensaram nisso? Onde você vai estar daqui a um ano?
E se não chegar aonde pretende? Será que vc já tem um plano B? risos...

Acho que meu plano B é mesmo ir passar um tempo numa cidade fria na Europa. Repleta de flores e de livros. Mas e meu plano A?

Meu plano A é mesmo ouvir abraçadinha, bem no pezinho do ouvido, sussuros do amor da minha vida...
"Quero fazer com você o que a primavera fez com as cerejeiras....."


Eu sou uma bobona. Mas ia ser lindo, não?
Extraído do blog serendipities

segunda-feira, 14 de março de 2011

Apenas sentindo...

    Eu nunca teria coragem de dizer daquele jeito, se não fossem as palavras dele, e a forma como eu me sentia, e como tudo parecia tão perfeito, a gente se encontrava, mesmo que tão longe, o coração disparado, o frio na barriga, as lágrimas de felicidade. Enfim o que não cabia mais foi dito. O que esperar de agora eu não sei. Apenas desejo que ele sempre saiba que foram palavras totalmente sinceras. Me sinto mimada, amada, querida... dengosa... 

    "O que me interessa no amor, não é apenas o que ele me dá, mas principalmente, o que ele tira de mim: a carência, a ilusão de autos-suficiência, a solidão maciça, a boemia exacerbada para suprir vazios. Ele me tira essa disponibilidade eterna para qualquer um, para qualquer coisa, a qualquer hora. Ele apazigua o meu peito com uma lista breve de prós e contras. Mas me dá escolhas. Eu me percebo transformada pelo que o amor tirou de mim por precisar de espaço amplo e bem cuidado para se instalar. O amor tira de mim a armadura, pois não consigo controlar a vulnerabilidade que vem com ele; tira também a intransigência. O amor me ensina a negociar os prazos, a superar etapas, a confiar nos fatos. O amor tira de mim a vontade de desistir com facilidade, de ir embora antes de sentir vontade, de abandonar sem saber por quê. E é por isso que o amor me assombra tanto quanto delicia. Porque não posso virar as costas pra uma mania quando ela vem de uma pessoa inteira. Porque eu não posso fingir que quero estar sozinha quando o meu ser transborda companhia. O amor me tira coisas que eu não gosto, coisas que eu talvez gostasse, mas me dá em dobro o que nunca tive: um namoramento por ele mesmo. O amor me tira aquilo que não serve mais e que me compunha antes. O amor tirou de mim tudo que era falta."

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Canções de Rei - Max Viana

Cada dia teu, meu calendário...

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Ana Carolina (Um edifício no meio do Mundo)

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

As cartas


 E lembrando das cartas. Sim! AQUELAS que eu escrevi para quando encontrasse o amor da minha vida.

Lembrei-me disso:

Tenho desejado te encontrar tão ardentemente ate agora, que abri espaço para que algumas coisas me machucassem.
Agosto de 2009

Será que ainda permito? Será um erro acreditar que uma nova pessoa pode ser você? Por que quando for como eu saberei?