domingo, 24 de abril de 2011

De quem é a culpa?

terça-feira, 19 de abril de 2011

Fabio Junior - A Cumplice (Juca Chaves)

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Aonde vão nossas esperanças?



Pensando sobre o ocorrido no RJ, e tentando não matar meus sonhos, por conta disso, prometi que ia tentar não pensar, rezar por aquelas famílias e simplesmente não pensar.

Alguém acha que eu consegui?

Particularmente a minha semana já havia começado complicada,e quando as coisas começaram a melhorar. Liguei a TV naquela manhã, coisa que não costumo fazer. A notícia me abalou a tão ponto de eu ler três vezes pra ter certeza que havia entendido certo:
ATIRADOR INVADE ESCOLA NO RJ.
O repórter anunciava, mas era como se minha cabeça noticiasse não acredite. A primeira coisa que pensei foi: “Não pode ser! São só crianças, que tipo de pessoa faria isso?”
Deus! Elas saíram de suas casas para estudar, pegaram seus sonhos de se formarem, de serem alguém melhor e foram pra escola, e morreram. E as que não morreram que adultos serão?

Engolindo a seco cada parte da reportagem, e desejando desligar a TV, eu chorava, meu coração ficou em pedaços. Pensei nos meus sobrinhos, nas crianças da minha família, pensei na insegurança que ronda nossas escolas. E temi! Temi pelas idéias que podem surgir depois disso.

Me sinto inútil de não poder mudar muita coisa sozinha, mas temos mesmo que apenas aceitar? Você vai apenas aceitar?
A maldade humana realmente não tem limites.
 Mas nós não precisamos apenas aceitar isso. Não somos nós que educamos os adultos de amanhã? Então, vamos fazer melhor, vamos dar o melhor, e não em objeto, mas em educação, em respeito, em carinho, em compartilhar mais, se fazer mais presente, se importar com o que seus filhos estão conhecendo.
Você não tem filhos? Mas deve ter sobrinhos? Primos?
Não é sua responsabilidade? Então você não quer um mundo melhor?

Uma amiga me disse:

“Isso é só o começo, vai piorar!”

Eu não quero pensar que vai piorar, eu quero pensar que os seres humanos ainda tem coração, eu quero acreditar no amor, no respeito, na força de uma oração, na esperança que as coisas vão melhorar, se nós como seres humanos reconhecermos que somos exemplos, e admitirmos nossas falhas e tentar melhorar.
Eu vivo dizendo deixe as pessoas que você ama sempre com palavras amorosas, com carinho, trate-as bem. Você nunca vai saber quando será a última vez. E porque não fazer isso com o mundo?
Eu quero um mundo melhor para se viver quando eu for avó, e não quero só modernidade, tecnologia, e conforto nele, por mim pode faltar tudo, isso se tiver a segurança de que meus netos chegarão bem em casa, e estarão seguros na escola, na faculdade, na vida.
Claro que não posso mudar o mundo todo, mas eu posso mudar o que está ao meu redor.

“Camisa de força eu não tenho. Mas tenho abraço... Serve?”

Não permita que as coisas tirem a sua fé e a sua boa vontade com o mundo. Coisas desse tipo são desanimadoras, eu sei, mas você ainda é responsável pelo o que pode acontecer daqui pra frente.

Eu quero um mundo melhor e você?

Sobre os e-mails!




Há algumas semanas um grande amigo reapareceu por e-mails, e temos nos correspondido freqüentemente desde então.

Alias tenho aprendido muito, reaprendido mais, e tendo mais certeza sobre as minhas convicções, temos muito em comum, exceto o fato que ele sempre consegue me enxergar melhor, alias meus amigos tem essa facilidade.

Em um dos e-mails eu o questionei:

“Saudade de olhares profundos, sorriso reveladores, abraços longos. Onde foi parar o que havia de melhor nas pessoas?”

E ele me respondeu:

“Ainda estão no mesmo lugar, será que você não tem idealizado demais?”

Eu demorei para responder isso, pensei e repensei, algumas vezes. Então:

- Não! Não tenho idealizado demais!

As pessoas simplesmente banalizarão o sentimento, dizem  “Eu te amo”, a torto e a direita, não se entregam, não se conhecem, não se permitem conhecer. E vou longe... digo que hoje existem muitos fake’s reais.

O que importa para você? O que vai fazer você manter aquela pessoa na sua vida? A aparência dela? O que ela pensa? O que ela é? O que ela possui? Ou o que ela sente?

“STATUS”, isso tem feito as pessoas permanecerem muitas vezes.

“ - Ele é um BOM PARTIDO.
- Você gosta dele?
- Não! Mas a gente convive bem!”

 Acho isso hipocrisia!

Eu quero mais que isso! Quero AMOR daqueles que tem olhares profundos, sorrisos espontâneos, frio na barriga, mãos geladas, abraços longos.  O que importa é o quanto a pessoa vai se doar, vai compartilhar da vida! Não do dinheiro!

É pedir muito?

Por que se for, eu vou achar a exceção!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Luto



     Por todas aquelas crianças (RJ) e por todas essas famílias!
     Que Deus conforte seus coração!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Plano A e Plano B

Já pensaram nisso? Onde você vai estar daqui a um ano?
E se não chegar aonde pretende? Será que vc já tem um plano B? risos...

Acho que meu plano B é mesmo ir passar um tempo numa cidade fria na Europa. Repleta de flores e de livros. Mas e meu plano A?

Meu plano A é mesmo ouvir abraçadinha, bem no pezinho do ouvido, sussuros do amor da minha vida...
"Quero fazer com você o que a primavera fez com as cerejeiras....."


Eu sou uma bobona. Mas ia ser lindo, não?
Extraído do blog serendipities

segunda-feira, 14 de março de 2011

Apenas sentindo...

    Eu nunca teria coragem de dizer daquele jeito, se não fossem as palavras dele, e a forma como eu me sentia, e como tudo parecia tão perfeito, a gente se encontrava, mesmo que tão longe, o coração disparado, o frio na barriga, as lágrimas de felicidade. Enfim o que não cabia mais foi dito. O que esperar de agora eu não sei. Apenas desejo que ele sempre saiba que foram palavras totalmente sinceras. Me sinto mimada, amada, querida... dengosa... 

    "O que me interessa no amor, não é apenas o que ele me dá, mas principalmente, o que ele tira de mim: a carência, a ilusão de autos-suficiência, a solidão maciça, a boemia exacerbada para suprir vazios. Ele me tira essa disponibilidade eterna para qualquer um, para qualquer coisa, a qualquer hora. Ele apazigua o meu peito com uma lista breve de prós e contras. Mas me dá escolhas. Eu me percebo transformada pelo que o amor tirou de mim por precisar de espaço amplo e bem cuidado para se instalar. O amor tira de mim a armadura, pois não consigo controlar a vulnerabilidade que vem com ele; tira também a intransigência. O amor me ensina a negociar os prazos, a superar etapas, a confiar nos fatos. O amor tira de mim a vontade de desistir com facilidade, de ir embora antes de sentir vontade, de abandonar sem saber por quê. E é por isso que o amor me assombra tanto quanto delicia. Porque não posso virar as costas pra uma mania quando ela vem de uma pessoa inteira. Porque eu não posso fingir que quero estar sozinha quando o meu ser transborda companhia. O amor me tira coisas que eu não gosto, coisas que eu talvez gostasse, mas me dá em dobro o que nunca tive: um namoramento por ele mesmo. O amor me tira aquilo que não serve mais e que me compunha antes. O amor tirou de mim tudo que era falta."