sexta-feira, 23 de julho de 2010

O Amor



Havia várias crianças, Quando uma delas perguntou á professora:
- Professora, o que é o amor?
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e que trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.
As crianças saíram apressadas e ao voltarem a professora disse:
- Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.
A primeira criança, disse:
- Eu trouxe esta flor, ela não é linda?
A segunda criança falou:
- Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.
A terceira completou:
- Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com o outro irmão. Não é uma gracinha?
E assim as crianças foram se colocando. Terminada a exposição a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo.
Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou:
- Meu bem, porque você não nada trouxe?
E a criança respondeu:
- Desculpe professora. Vi a flor e senti seu perfume; pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas ao subir na árvore notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto, professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que sentei nos olhos da mãe do passarinho, mas não posso mostrá-los.
A professora agradeceu a criança e lhe deu a nota máxima, pois ela Dora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração e não em algo físico.
Nós, homens e mulheres somos como aquelas crianças, temos que levar vantagem em tudo, não importa a dor que sentimos ou que causamos, sejam nos negócios, no supermercado, com um vizinho, no transito, buscamos sempre a nota máxima da esperteza e da ... “EUFIZ, EU ACONTECI, EU, EU, EU....”.
Lembre-se de que Deus lhe deu o mais puro dos sentimentos e o mais nobre de todos os dons, tire a nota máxima na escola da vida, aos olhos d’Ele.

"O QUE VOCÊ É" é tão importante quanto "O QUE VOCÊ FAZ"




O que você é fala tão alto, que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Ralph Waldo Emerson


Era uma tarde ensolarada de sábado em Oklahoma. Meu amigo e pai orgulhoso, Bobby Lewis, estava levando seus dois garotos para jogar minigolfe Ele foi até o sujeito na bilheteria e disse:
- Quando é a entrada?
O jovem respondeu:
- Três dólares para o senhor e três dólares para cada garoto acima de seis anos., A entrada é livre para crianças de seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby respondeu:
- O advogado tem três anos e o médico tem sete, então, acho que lhe devo seis dólares.
O homem da bilheteria disse:
- Ei, o senhor acabou de ganhar na loteria ou coisa parecida? O senhor poderia ter economizado três dólares. Poderia ter dito que o mais velho tinha seis anos, eu não saberia a diferença.
Bobby respondeu:
- É, pode ser; mas os garotos saberiam.
Como Ralph Waldo Emerson disse, “o que você é fala tão alto que eu não consigo ouvir o que você está dizendo”. Em tempos desafiadores, quando a ética é mais importante que nunca, certifique-se de dar um bom exemplo a todos com quem convive.

Patrícia Fripp

Como se escreve...





Quando Joey tinha cinco anos, a professora do jardim de infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam. Joey desenhou a sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, e saiu de sua mesinha e foi até à mesa da professora e disse:
- Professora, como a gente escreve...
Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula.
Joey dobrou o papel e o guardou no bolso. Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.
Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela e disse:
- Mamãe, como se escreve...
- Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta, foi a resposta dela.
Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso.
Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lá PIS. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para seu pai. Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável de seu pai e disse:
- Papai, como a gente escreve...
- Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta.
O garoto dobrou o desenho e guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude. Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.
Os anos passaram...
Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie, fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e ela disse:
- Este aqui é você, papai! A garota também riu.
O pai olhou para o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo.
Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:
- Eu volto logo!
E voltou. Com lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou.
- Papai, como a gente escreve amor?
Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:
- Amor, querida, se escreve com as letras T... E... M... P... O.
Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extra para amar, não esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive.
Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição.
Por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie.
Afinal, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo... bom, o tempo é uma questão de escolha.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Como fazer durar um amor




Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia. Num certo ponto, a menina perguntou:
- Como se faz para manter um amor?
A mãe olhou para a filha e respondeu:
- Pega um pouco de areia e fecha a mão com força.
A menina assim fez e reparou que, quanto mais forte apertava a areia com as mãos, com mais velocidade, a areia se escapava.
- Mamãe, mas assim a areia cai!!!
- Eu sei, agora abre completamente a mão...
A menina assim fez, mas o vento forte levou consigo a areia que restava na sua mão.
- Assim também não consigo mantê-la na minha mão!
A mãe sempre a sorrir, disse-lhe:
- Agora pega outra vez um pouco de areia e mantenha na mão semi-aberta como se fosse uma colher. Bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade.
A menina experimenta e vê que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento.
- É assim que se faz durar um amor.

Perdoar sempre

  


 Um dia Paulinho voltou da escola muito bravo, fazendo maior barulho pela casa. Seu pai percebeu a irritação e chama-o para uma conversa. Meio desconfiado e sem dar muito tempo ao pai, Paulinho falou irritado:
   - Olha, pai, eu estou com uma tremenda raiva do Pedrinho. Ele fez algo que não deveria ter feito. Espero que ele leve a pior. O Pedrinho me humilhou na frente de todo mundo. Não quero mais vê-lo. E espero que ele adoeça e não possa mais ir à escola.
Para a surpresa de Paulinho, seu pai nada disse. Apenas foi até a garagem e pegou um saco de carvão e dirigiu-se para o fundo do quintal e lhe sugeriu:
   - Filho, esta vendo aquela camiseta branca no varal? Vamos fazer de conta que ela é o Pedrinho. E que cada pedaço de carvão é um pensamento seu em relação a ele. Descarregue toda a sua raiva nele, atirando o carvão do saco na camiseta, até não sobrar mais nada. Daqui a pouco eu volto , para ver se você gostou, certo?
   O filho achou deliciosa a brincadeira proposta pelo pai e começou. Como era pequeno e estava um pouco longe, mal conseguia acertar o alvo. Após uma hora, ele já estava exausto, mas a tarefa estava cumprida. O pai, que o observava de longe, aproximou-se e perguntou:
   - Filho, como está se sentindo agora?
   - Isso me deu a maior canseira, mas olhe, consegui acertar muitos pedaços na camiseta - disse Paulinho, orgulhoso de si mesmo.
   O pai olhou para o filho, que até então não havia entendido a razão daquela brincadeira. e disse carinhosamente:
   -Venha comigo até o quarto, pois quero lhe mostrar uma coisa. Ao chegar ao quarto, colocou o filho diante de um grande espelho, que sem entender nada. Quando olhou para sua  imagem, ficou assustado ao ver que estava todo sujo de fuligem. Tão imundo, que só conseguia enxergar seus dentes e os pequenos olhos. O pai então lhe explicou:
   - Veja como você ficou. A camiseta que você tentou sujar está mais limpa que você. Assim é a vida. O mal que desejamos aos outros retorna para nós próprios. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a mancha, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.

A Força da Fé

"Quando o amor e a fé estão juntos, não existem limites para os sonhos".

   Na Romênia, um homem dizia sempre a seu filho:
   "Haja o que houver, eu sempre estarei a seu lado."
   Houve, na época, um terremoto de intensidade muito grande, que quase arrasou as construções existentes na cidade.
   Nesse momento o homem estava numa estrada. Ao ver o ocorrido, correu para casa e verificou que sua esposa estava bem, mas seu filho, nesta hora, estava na escola.
   Foi imediatamente para lá e chegando, encontrou-a totalmente destruída. Não restou uma única parede de pé.
   Tomado de enorme tristeza e desesperado, ficou ali ouvindo, no seu íntimo, a voz feliz de seu filho e sua promessa:
   "Haja o que houver, eu sempre estarei a seu lado."
   Seu coração estava apertado e a sua vista apenas enxergava a destruição. A voz de seu filho e a sua promessa não o dilaceravam. Mentalmente percorreu inúmeras vezes o trajeto que fazia diariamente segurando sua mãozinha. O portão, que não existia mais, o corredor. Olhava as paredes, aquele rostinho confiante. Passava pela sala do 3° ano, virava o corredor e olhava a entrar na sala.
   Até que resolveu fazer em cima dos escombros, o mesmo trajeto. Portão, corredor, virou a direita e parou em frente ai que deveria ser a porta da sala. Nada! Apenas uma pilha de material destruído. Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a classe. Olhava tudo desolado. E continuava a ouvir sua promessa:"Haja o que houve, eu sempre estarei ao seu lado." E ele não estava lá na hora do terremoto.
   Começou a cavar com as mãos. Nisto chegaram outros pais, que embora bem intencionados, e também desolados, tentavam afastá-lo dizendo:
   - Vá pra casa. Não adianta, não sobrou ninguém."
   Ao mesmo ele retrucava:
   - Você vai me ajudar?
    Mas ninguém o ajudava, e pouco a pouco, todos se afastaram. Chegaram os policiais, que também tentaram retirá-lo dali, pois viam que não haviam chances de ter sobrevivido ninguém.  Haviam outros locais com mais esperança.
mas este homem não esquecia sua promessa ao filho e a única coisa que  dizia para as pessoas que tentavam retirá-lo de lá era:
   - Você vai me ajudar?
   Mas eles também o abandonavam.
   Chegaram os bombeiros, e foi a mesma coisa.
   - Saia daí, não está vendo que não pode ter sobrado ninguém vivo? Você ainda pode por em risco a vida de pessoas que queiram te ajudá-lo, pois continua havendo explosões e incêndios.              Ele retrucava:
   - Você vai me ajudar?
   - Você esta cego pela dor e não enxerga mais nada. Ou então é a raiva da desgraça.
   - Você vai me ajudar?
   Um a um todos se afastaram. Ele trabalhou quase sem descanso, apenas com pequenos intervalos, mas não se afastava dali.
   Cinco, dez,  vinte e quatro, trinta horas se passaram. Já exausto, dizia a si mesmo que precisava saber se seu filho estava vivo ou morto. Até que, ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo filho, ouviu:
   - Pai... estou aqui!
   Exultante e feliz,  o pai teve um descontrole de alegria e fazia mais força para abrir um vão maior e perguntou:
   - Filho, você está bem?
   - Estou. Mas com sede, fome e muito medo.
   - Tem mais alguém com você?
   - Sim, dos 36 da classe 14 estão comigo, estamos presos em um vão entre dois pilares. Estamos todos bem.
   - Pai, eu falei aos meus amigos que podiam ficar sossegados, pois meu pai iria nos achar. Eles não acreditavam, mas eu dizia a toda hora: "Haja o que houver, meu pai estará sempre a meu lado."
   - Vamos, abaixe-se e tente sair por este buraco.
   - Não! Deixe eles saírem primeiro. Eu sei que "haja o que houver, você estará sempre me esperando!"


(História Verídica)

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Não Posso Amar Por Nós Dois



Olha pra mim, pela ultima vez
Se eu chorar não quero piedade
Vá embora de uma vez.
Se quer assim, então tudo bem
A dor do meu peito só o tempo apaga
O amor faz suas leis.
Nem precisa me dizer pra não te procurar
Se sair fique sabendo não, precisa mais voltar
Se um dia em outros braços perceber a besteira que fez
Não vou te aceitar de volta e arriscar
Te perder outra vez.

Se essa historia de amor pra você já não faz sentido.
Que acabe aqui.
Se aquela luz que nos iluminou perdeu o brilho
É melhor assim
Quem cala consente ate agora você não me disse nada
Nossa historia nesse livro e uma pagina arrancada
Não posso amar por nós dois.